A pedra

Os distraídos tropeçam nelas.
Os violentos as usam como armas.
Os empreendedores constroem com elas.
As crianças as usam como brinquedos.
Com uma pedra Davi matou Golias.
Michelangelo extraiu das pedras as esculturas mais bonitas.

E em todos os casos a diferença não estava na pedra, mas naqueles que as utilizaram.
Não existe pedra em seu caminho que você não possa aproveitar para seu próprio conhecimento.

Autor: Antonio Pereira Apon

Um comentário

  1. Boa tarde Maria.

    Esse meu poema: A pedra. Circulava como de autor desconhecido ou com o nome de plagiadores. Agora aparece como de Chaplin, Renato Russo, Fernando Pessoa, sem citar a autoria...
    O real autor é Antonio Pereira (Apon). Todos os esclarecimentos em:
    http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html

    A forma original do poema:

    O distraído, nela tropeçou,
    o bruto a usou como projétil,
    o empreendedor, usando-a construiu,
    o campônio, cansado da lida,
    dela fez assento.
    Para os meninos foi brinquedo,
    Drummond a poetizou,
    Davi matou Golias...
    Por fim;
    o artista concebeu a mais bela escultura.
    Em todos os casos,
    a diferença não era a pedra.
    Mas o homem.

    Título: A pedra
    Nome do autor: Antonio Pereira (Apon)
    Link para a fonte original: http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html

    Solicito a cooperação na Correção do conteúdo, incluindo os créditos necessários ou a exclusão do mesmo, para que o poema não siga equivocadamente como de “autor desconhecido” ou com outras possíveis distorções quanto a real autoria.

    Se possível, conto com a colaboração na divulgação desses esclarecimentos em Blogs/Sites e Redes Sociais.

    Um grande abraço.

    Antonio Pereira (Apon)

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