Três jovens que estão viajando o mundo para salvar vidas

Você já ouviu falar em uma doença chamada anemia aplástica? Ela é uma condição grave no sangue que faz com que o corpo não consiga produzir células sanguíneas suficientes para carregar oxigênio. Além de tudo, é rara: atinge menos de 900 pessoas ao ano em todo o mundo.
Sam Kimura foi uma destas vítimas em 2010, aos 17 anos. A jovem percebeu um machucado enorme na perna e depois alguns sintomas estranhos como tontura, cansaço e febre. A única cura para sua doença era um transplantes de célula tronco. Mas, a dificuldade começou: ninguém com registro no país era compatível.
Graças a remédios diários, a vida de Sam seguiu normalmente. Apesar disso, mais de 14.000 pessoas com doenças sanguíneas entram na lista de transplante todos os anos ao redor do mundo e achar um doador compatível é uma missão complicada.
Para tentar mudar o cenário, Sam, sua irmã Alex e a melhor amiga Taylor, decidiram passar em escolas e alertar os jovens sobre a doença e a necessidade de doadores. Depois, a ideia era começar a visitar outras cidades do Kentucky, onde elas moram.
O projeto, chamado de SAM (Sharing American’s Marrow – em português algo como Compartilhando Medula na América) já percorreu hoje 39 estados norte-americanos e 102 cidades. O objetivo final é visitar todos os 50 estados em busca de medulas compatíveis. Até agora elas já encontraram 90 pessoas compatíveis, mas ainda nenhuma que possa ajudar Sam.
O projeto é lindo e o objetivo mais bonito ainda: ajudar pessoas que sofrem de doenças do sangue e conscientizar o maior número de pessoas possível. No site você pode doar, se inscrever e entender um pouco mais sobre essa história.
(via http://mdemulher.abril.com.br)

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